quarta-feira, 28 de setembro de 2011

CSA Perde para o São Luiz e se Complica na Classificação

CSA perde mais uma em casa.
Crédito:Thiago Davino – Cada Minuto
Com um jogador a menos azulão perde mais uma no Rei Pele, revoltando a torcida.

Lucas Tenório - 6º período jornalismo


O CSA decepcionou sua torcida mais uma vez, perdeu ontem, 25, a tarde no Trapichão por 2 a 1.

Na última rodada o time enfrenta o União, vice líder da competição com 7 pontos, e terá que ganhar para poder se classificar para a fase seguinte. A equipe do mutange está com 6 pontos, junto com São Luiz e São Domingos mas perde no critério de gols marcados, tendo 4 gols feitos, contra 6 dos outros dois times.

Primeiro Tempo

O CSA começou, o primeiro tempo, com pressão, tentando sufocar o adversário, mas aos 10 minutos o São Luiz abriu o placar com Jacobina, após rebote do goleiro Hudson em falta cobrada pelo zagueiro Tchan.

O azulão errou muitos passes, não conseguindo penetrar na área adversária e sempre se posicionando de forma precipitada no ultimo passe. A melhor chance do time foi aos 35 minutos, Wagner aproveitou o cruzamento, mas cabeceou pra fora raspando o travessão.

No fim do primeiro tempo o time saiu vaiado pelos poucos torcedores que estavam no estádio.

Segundo tempo

O técnico do CSA Celso Teixeira colocou o jovem Felipe Heleno, formado no Mutange, no lugar de Andrey, atacante estreante, mas que teve atuação apagada. Aos 21 minutos o volante Madson foi expulso após falta dura na lateral do campo, a situação da equipe do mutange que já era difícil, agora tinha se complicado de vez. Com um a mais, o São Luiz cresceu na partida. O técnico Coca chegou a colocar três atacantes e por muito pouco não viu seu time construir uma goleada em pleno Trapichão. Uma das grandes chances desperdiçadas, pelo time do São Luiz, surgiu aos 23 minutos, quando o atacante Etinho recebeu na grande área e de frente para o gol chutou por cima do goleiro azulino Hudson .

O time da capital, que estava vulnerável ao perigoso contra ataque do time visitante, conseguiu diminuir a diferença na base da raça aos 43 minutos, após cruzamento da direita, Delmir deixou a pequena área e falhou quando tentou afastar a bola e ela ficou nos pés do atacante Wagner, que só completou para o gol vazio, levando o placar ao 2x1, mas não havia mais tempo para o empate do CSA.

O torcedor azulino, vaiou o time mais uma vez e saiu do Trapichão frustrado

Governo de Alagoas Decreta Situação de Emergências nas Escolas Públicas

Fernando de Lima Guedes - 6º período jornalismo

O governador Teotonio Vilela Filho anunciou na quarta-feira 21/09, um plano emergencial para reforma nas escolas públicas, que segundo ele mesmo mencionou em entrevista coletiva: “encontram-se em petição de miséria”.


Ao anunciar um investimento de R$ 40 milhões na recuperação da rede escolar, o governador reconheceu a precariedade do ensino e listou problemas que impediram que a Secretaria de Educação fizesse as reformas necessárias antes dos desabamentos dos tetos das escolas ocorridos no início deste ano.

Segundo Adriano Soares, secretário de Educação do Estado, os recursos serão investidos, também, na informatização das escolas, para que até o final do ano de 2011 toda rede esteja inserida no mundo virtual.

O decreto de urgência surgiu depois de uma avaliação técnica das unidades de ensino da rede pública estadual e devido ao caráter emergencial, o processo licitatório transcorrerá de forma mais rápida que o normal. Segundo a Lei 8.666/93, que rege os contratos de licitações públicas, em caso de emergência e calamidade pública o trâmite tradicional de contratação pode ser dispensado.

Deputados de oposição usaram a tribuna da Assembléia Legislativa para questionar a falta de manutenção da estrutura das escolas e se mostraram preocupados com a realização das reformas emergenciais sem licitação. "Lamentamos que o governo espere chegar a uma situação caótica para fazer reformas emergenciais sem licitações" afirmou o Deputado João Henrique Caldas em seu discurso.

A Secretaria da Educação de Alagoas tratou de rebateu as críticas da oposição, e explicou em nota oficial, que a contratação das empresas e a reforma serão fiscalizadas pela Controladoria-Geral do Estado e pelo Ministério Público estadual.


Fonte: http://www.agenciaalagoas.al.gov.br/imagens/unidades-de-ensino-da-rede-estadual-serao-reformadas-ate-dezembro-de-2012
Crédito Foto: AGÊNCIA ALAGOAS – SECOM/AL

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

In Memoriam - A Última Sessão de Namorados Para Sempre no Cine Sesi Pajuçara

José Aragão -  6º período de Jornalismo

Às 15 horas e 20 minutos, em ponto, o retroprojetor da sala de cinema do Centro Cultural Sesi Maceioense começou a exibir a última projeção de “Namorados Para Sempre”, que estreou na capital no dia 2 de Setembro, mais de um mês de atraso de sua estréia oficial, no dia 10 de Junho.

De acordo com Marcos César Sampaio, coordenador do Cine Sesi Pajuçara, “Namorados Para Sempre” foi um péssimo título para a produção. “Algumas pessoas entraram no cinema esperando um filme açucarado e saiam no meio da sessão”, reclama Sampaio. Ainda assim, ele afirma que a fita foi uma das melhores que o Cine Sesi já exibiu, ressaltando que “as sessões das 8 da noite sempre estavam cheias” e o fato de a película ter estado em cartaz durante três semanas confirma o sucesso.

Enquanto a crítica parece ter se encantado com a história do casal Cindy e Dean, o público maceioense parece ter se dividido entre ótimo e terrível. A universitária Anália Correia está no último grupo. “É um bom filme, mas o casal se torna insuportável”, declara a universitária, também definindo o filme com apenas uma palavra: “Tédio”. Janine Nobre, uma das poucas pessoas a prestigiarem a última sessão do filme, deu ênfase à força da produção, exemplificando uma cena de sexo. “A cena do banheiro foi muito pesada. Me surpreendi”, destacou.

Por sua vez, Derivaldo Andrade, editor do site It’s Mag, está do lado daqueles que gostaram da fita, elogiando as atuações dos dois jovens atores que, de acordo com Andrade, “contaram com muita força uma história densa e pessoal”. A estudante de jornalismo Natália Souza também faz parte da turma que aprovou a produção. “O filme foi intenso e envolvente”, afirma Natália.


“Namorados Para Sempre” foi dirigido por Derek Cianfrance e rendeu uma indicação ao Oscar e ao Globo de Ouro por melhor atriz para Michelle Williams, além de uma indicação ao Globo de Ouro de melhor ator para Ryan Gosling.

“Nobody, baby, but you and me”

Qual a lógica que serviria para unir duas pessoas pelo resto de suas vidas? Se formos apenas animais, nossos instintos não correspondem à ideologia monogâmica que tal união necessita. Mas também somos humanos, o que significa que temos necessidades especiais, diferentes dos muitos outros animais. Precisamos de afeto, companhia, amor. Precisamos de outras pessoas.

E se seguirmos o velho ditado, estabelecendo uma pessoa como um universo inteiro, o que acontece quando duas pessoas colidem? O que acontece quando dois poços de necessidades, idéias e filosofias diferentes se unem? Estas e muitas outras parecem ser as indagações que Derek Cianfrance deseja analisar em seu “Blue Valentine”, erroneamente traduzido para o português brasileiro como “Namorados Para Sempre”. Para isso, ele e mais dois roteiristas (Joey Curtis e Cami Delavigne) criam Cindy e Dean, duas pessoas que tomadas por um momento de flerte, tristeza e desespero, resolvem unir-se em matrimônio.

Um dos aspectos mais fascinantes da produção é sua montagem, concebida por Jim Helton e Ron Patane, que varia entre o início e término do relacionamento dos protagonistas. Dessa forma, o filme toma a liberdade de contrastar momentos de pura fúria com momentos de profunda ternura, como quando observamos uma declaração de amor seguida por uma violenta discussão. Esta alternância também beneficia o ponto de vista sobre os personagens. Se testemunhamos, e condenamos, a reação de Dean pelo fato de que Cindy encontrou-se por acaso com um antigo namorado em um supermercado, somos surpreendidos quando finalmente entendemos o motivo para o ciúme do rapaz (e devo confessar que parte de mim concorda com a reação).
Mas a produção não se concentra apenas em momentos de grandes desabafos e conflitos. Detalhes também são evidenciados e existem muitos deles ao decorrer da exibição.

Um leve toque rejeitado, que diz muito sobre um personagem, um leve sorriso de contentamento, uma piada de humor negro, tudo isso ajuda para que os personagens se tornem próximos de nós. E esta aproximação deve-se e muito às performances de Michelle Williams e Ryan Gosling, auxiliados pelo ótimo trabalho de maquiagem. Enquanto conhecemos Cindy como uma garota sonhadora e esperançosa, conhecemos Dean como um jovem evidentemente pobre, mas carinhoso e romântico. Com a evolução dos personagens, entendemos o motivo do ressentimento de Cindy, agora uma mulher feita, para com seu casamento. Do mesmo jeito que entendemos o alcoolismo de Dean e suas explosões de raiva.

Os coadjuvantes também recebem um bom tratamento, podendo ser destacadas duas ótimas performances: a avó e o pai de Cindy, interpretados respectivamente por Jen Jones e John Doman. Jones, como a avó de Cindy, cria em poucas cenas uma personagem que amargura um passado monótono e entrega uma das falas mais melancólicas do roteiro (quando Cindy pergunta para sua avó se ela já esteve apaixonada pelo marido, ela responde “Não. Talvez um pouco no começo”). John Doman, por sua vez, apresenta um pai cruel, mas que alcança redenção ao estabelecer-se como uma figura carinhosa e protetora para sua neta.

Porém, mesmo com a produção exibindo uma realidade tão dura, consegue encontrar alguns pontos de alegria também, como o amor que Cindy e Dean compartilham por sua filha. Pequenos pontos de esperança como esse estão espalhados pela projeção, dando ao drama um gosto agridoce que ecoa na bela trilha de Grizzly Bear, que inclui a inédita “You and Me”, da extinta banda Penny & The Quarters, responsável por dois brilhantes momentos: um de absoluta comunhão e outro de cruel nostalgia. E mesmo que perca um pouco de seu realismo quando intercala uma importante ligação de Cindy ao mesmo tempo em que um ato violento é cometido contra Dean, o filme mostra-se sóbrio por grande parte de sua projeção.

Mas mesmo esta falha torna-se um pecadilho quando chegamos ao final do filme e os créditos surgem com fogos de artifício estourando na tela, que tem como pano de fundo fotos de momentos alegres da recém-desfeita família. A mensagem parece ser direta: podemos sofrer bastante graças ao nosso convívio com outras pessoas, mas são estas mesmas relações que nos entregam os momentos mais marcantes e felizes de nossa curta existência.

Namorados Para Sempre (Blue Valentine)
Ano: 2010
Direção: Derek Cianfrance
Roteiro: Derek Cianfrance, Cami Delavigne e Joey Curtis
Elenco: Michelle Williams, Ryan Gosling, John Doman, Jen Jones, Mike Vogel e Faith Wladyka

COCORICÓ – O SHOW

Espetáculo original que comemora 15 anos famoso programa infantil será apresentado dias 8 e 9 de outubro em Maceió
Fonte: Assessoria

Exatamente na semana em que se comemora o dia das Crianças,  Maceió vai pode ver ao vivo e a cores um dos espetáculo infantis mais esperados de todos os tempos: Cocoricó – O Show.
O projeto marca os 15 anos de existência do programa infantil veiculado com enorme sucesso pela TV Cultura. Em Maceió, Cocoricó  será apresentado no placo do Teatro Gustavo Leite – Centro de Convenções. Os ingressos já estão à venda no stand Sue Chamusca: Valor: R$ 50,00, preço promocional para crianças, estudantes , maiores de 60 anos e acompanhantes das crianças). Informações 3235-5301 / 9925-7299 / info@chamusca.com.br / http://www.chamusca.com.br/ Importante ressaltar que a produção é originalíssima. Além dos bonecos motorizados, criados especialmente para esta montagem, o show contará com as mais famosas canções desses quinze anos de programa para embalar os pequenos. SinopseJúlio e sua Turma foram convidados pelo primo João para fazerem uma participação num show na cidade.
Embarcam para essa aventura, preparados para cantar apenas uma música, mas quando chegam ao circo para a apresentação, são surpreendidos com mais uma novidade: os outros artistas que fariam parte do espetáculo cancelaram seus números, e caberá a Júlio, Alípio, Lola, Zazá, Lilica e Caco a animada tarefa de tomar conta do evento. Decidem apresentar todas as canções que eles cantam no dia a dia, no Paiol, e convidam João para participar dos números musicais com eles, já que o primo é um expert em street dance. A partir daí a Turma enfrentará diversos desafios, e junto com a criançada precisará encontrar soluções para que o espetáculo continue. Afinal, o show não pode parar!
Concepção e direção: O texto de Flávio de Souza propôs um universo bastante rico para essa montagem do Cocoricó no teatro. Dentro dos 15 anos do programa, exibido na TV Cultura, Júlio e sua Turma circulam por dois cenários: fazenda e cidade. No teatro, não poderia ser diferente. Numa única aventura, teremos os personagens transitando do Paiol, dentro da Fazenda, para um circo, na cidade grande.
Toda a direção de arte, assinada por Nani Brisque, tem a preocupação de trabalhar com elementos que distinguem um ambiente do outro: quando estamos na Fazenda, trabalhamos com rodas, palha, madeira, renda e tapeçaria. No caminho para a cidade, vemos o concreto e o cinza, representados por peças de lixo reciclável, principalmente latas de alumínio e embalagem longa-vida. Dentro do circo, ambiente lúdico, há predominância de panos e adereços. A magia visual do espetáculo estará justamente na composição de peças, que sozinhas têm um significado, e juntas compõem exatamente a imagem que queremos retratar. As músicas, escolhidas pelo autor do texto e pelo compositor Hélio Ziskind, costuram essa história do início ao fim, e convidam as crianças para participarem de todo o espetáculo.
Fernanda Chamma assina coreografia e é fiel aos movimentos, gestos e atitudes dos personagens enquanto dançam as 15 músicas que compõem o espetáculo. Além da utilização de bonecos de corpo inteiro, motorizados, usamos também a técnica de “live puppet”, criada por Sidnei Caria, por meio de uma “maquete filmad a”, que apresenta a viagem de Júlio e sua Turma da fazenda para a cidade, num vídeo clipe animado.  Criamos assim um universo único para o “Cocoricó – O Show”, trazendo diversas novidades, mas mantendo a essência deste programa tão consagrado.

Ficha técnica
Autor: Flavio de SouzaCenário,
Figurino e adereços: Nani Brisque
Iluminação: Grissel Piguillem
Direção musical: Hélio Ziskind
Coreografia: Fernanda Chamma
Direção: Marília Toledo

Serviço
Cocoricó – O Show (espetáculo original)
Teatro Gustavo Leite – Centro de Convenções de Maceió
Dias 8 e 9 de outubro (sábado e domingo)Horário: 17h30
Ingressos:: R$ 50,00 (meia-entrada para crianças, acompanhantes, estudantes e maiores de 60 anos)
Vendas: stand Sue Chamusca – Maceió Shopping – térreo.
 Infos: 3235-5301 / 9925-7299 / info@chamusca.com.br 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Seguros: a garantia que as pessoas têm de evitar grandes perdas financeiras

Fabyane Almeida

O mercado de seguro tem crescido e, cada vez mais, as pessoas buscam preservar os seus bens e deixá-los protegidos antes de quaisquer problemas, chamados “sinistros”. Independente de valores, os usuários de seguro estão preocupados com a segurança de seus bens.

Amenizar os problemas futuros é o que a maioria dos segurados alegam ao ingressarem num pacote de seguro. Seguindo essa tendência e, principalmente por acreditar na importância desse serviço, é que o corretor de seguros Gustavo Silva decidiu fazer nove seguros. Ele gasta por mês em média R$ 400 e afirma estar tranquilo pelo fato de ter seus bens protegidos.

“Tenho o seguro da minha residência, do carro, da lancha, da empresa, a minha previdência privada e a das minhas duas filhas, além de ter três seguros de vida. Hoje é importantíssimo ter o seguro dos bens. Tudo na minha vida custou muito para comprar, e não quero perder nada por fatalidades. Essa é a única forma de estar tranquilo”, disse o corretor, que trabalha há 25 anos na venda de seguros e hoje é sócio da Humaitá Seguros.

A população brasileira ainda não tem costume de comprar muitos seguros. De acordo com Gustavo, o tipo de seguro que mais tem crescido é o residencial. “Ainda falta a cultura de consumir seguro. A maioria das pessoas não faz porque acha que é caro, mas na realidade, não é”, afirmou. “O valor vai de acordo com o risco em que é exposto. O de automóvel é o mais fácil de vender, pois não precisamos ir até as pessoas, elas que nos procuram, além do residencial que é o que mais tem crescido”.

O dia a dia do corretor é uma corrida contra o relógio, buscando novos clientes, renovando contratos e atendendo aos “sinistros”. “Mesmo tendo uma equipe que trabalha junto comigo, o meu celular fica 24 horas ligado, porque em caso de ‘sinistro’ o cliente liga primeiro para mim e eu o encaminho para os locais certos. Se necessário, brigo pelo meu segurado. O trabalho do corretor é vender o melhor produto para o cliente”, relatou.

Ter o seguro para qualquer bem ou serviço é extremamente importante, além de transmitir tranquilidade ao segurado. “O corretor é tão importante quanto um médico. É bom que as pessoas saibam que só devem comprar seguro com o corretor, pois ele é o profissional habilitado e conhece o que deve ser feito, sabe das necessidades do segurado, além de apresentar o melhor produto, o que vai deixar a pessoa segura”, completou.

Para as pessoas que desejam se tornar um corretor de seguro, é só se inscrever junto ao sindicato no curso que tem duração de nove meses.

Para quem possui seguro

Segundo o professor de Educação Física, Edvaldo Leite, ter o seguro do carro é sinônimo de segurança. “Tenho o seguro do meu carro há doze anos e sempre que mudo de carro providencio o mais rápido possível, para não ficar nenhum dia descoberto. Das vezes que precisei acionar o seguro, foram apenas batidas leves. Mas, sempre tive medo de ser roubado ainda no período de financiamento, e esse foi um dos motivos pelo qual fiz o seguro. Por causa da insegurança que é a cidade”, explicou Edvaldo.

Existem pessoas que protegem todos os bens com medo do alto índice de roubos. Para a empresária Ianara Saldanha, ser uma pessoa segurada é ter o sentimento de proteção. “Fiz o seguro da Previdência Privada pensando no planejamento do futuro. Já o do carro, fiz para me precaver contra o ‘sinistro’ em carro de terceiro. O seguro empresarial me interessou pelo atrativo dos serviços, que acaba me deixando mais tranquila quanto a qualquer tipo de incidente, independente do porte, e o residencial, para ter a minha casa segurada de qualquer problema”.

Ianara é uma das usuárias que realizaram o seguro com um corretor e recomenda. “É a melhor forma de adquirir um seguro, porque eles realmente indicam o passo a passo. Inclusive, estou querendo melhorar o meu de Previdência Privada. Vale muito a pena ter seguros”, concluiu Ianara, que é uma usuária dos serviços há dez anos.

Para as pessoas que pensam em seguro só para bens de grande porte, Renato Costa realizou um tipo inusitado. Ele segurou um Smartphone e um iPod há menos de um mês e afirmou estar muito satisfeito. “Eu trabalho andando direto com o meu notebook, Smartphone e iPod, então, senti a necessidade de fazer o seguro com medo de ser roubado e ter um grande prejuízo. O seguro do notebook eu já havia feito há um ano”, disse o auxiliar de escritório, completando que pagou R$ 1.000 no seguro dos três e hoje pode andar tranquilamente na rua, sem medo.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Ministério Público investiga restauração do Arcebispado de Maceió

Alexandre Norberto

 

O Ministério Público Estadual (MPE) investiga 
inadequações dos trabalhos de restauro e requalificação 
do Arcebispado de Maceió.
A intervenção do MPE se dá em razão da representação impetrada pelo arquiteto autor do projeto licitado, Roberto Costa Farias, ao ter verificado na obra 26 irregularidades que põem em risco o interesse público de conservação do monumento, fato que ensejou o tombamento da edificação e justifica o emprego de recursos federais e estaduais na obra.
Serão gastos cerca de um milhão e duzentos mil reais, dos quais R$ 206 mil são repassados pelo Governo do Estado, através da SECULT, e o restante foi viabilizado junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, com autorização do Ministério da Cultura.
A restauração do imóvel está atrasada há dois meses. Ter extrapolado o prazo de um ano não seria o problema, tendo em vista que os trabalhos foram paralisados por quase 60 dias, logo no início, quando os fornecimentos de água e energia do prédio foram interrompidos.
Acontece que hoje, o que se vê no local ainda é um canteiro com as tarefas em estágios iniciais. Por exemplo, há pontos abertos no telhado ao longo de todas as dependências do pavimento superior, que deixa a ambientação interna vulnerável às intempéries, como vento forte e chuvas.
Na última sexta-feira, 10 de junho, o Promotor de Justiça que preside o Inquérito Civil Público, Alberto Fonseca, realizou a segunda inspeção nas instalações do prédio. Ele próprio havia se referido anteriormente ao canteiro como “a casa de horrores da Família Adams”, dado ao que pôde observar na primeira vez em que esteve no local, em abril, quando a obra completava um ano.
A nova visita constatou que boa parte das inadequações foi tratada. “Houve uma melhora substancial do que encontramos na primeira visita”, disse o Promotor. Compareceram também à ocasião o arquiteto, Roberto Costa Farias, o Secretário de Estado Adjunto da Cultura, Álvaro Otacílio de Araújo Vasconcellos Neto e o responsável pela Torres Construções & Empreendimentos (empresa responsável pela obra), Luciano de Oliveira Torres.
Também chamou atenção o fato de que nenhum representante da Arquidiocese acompanhou a diligência, já que o imóvel a ser restaurado pertence à Igreja Católica. O próprio Arcebispo, Dom Antônio Muniz, confirmou à reportagem saber que os trabalhos seguem arrastados e em padrão desorganizado, mas envolve-se pouco e confia o andamento do restauro à fiscalização pela SECULT e agora pelo MPE . “Não estou a par de todos os detalhes da investigação, a Arquidiocese está desejando que o prédio seja recuperado e entregue”, reconheceu.
“Desastrosa Condução”
Com a finalidade de investigar oficialmente as inconformidades apontadas, foi instaurado pelo MPE o Inquérito Civil Público n. 33/2011 e destacam-se especialmente entre as considerações que determinam sua abertura as de que “em face da desastrosa condução da obra e completa ausência de ação fiscalizadora do Estado consistentes nas seguintes ações e omissões: ignorância completa do projeto arquitetônico de restauro licitado (...)”, a Portaria segue elencando todos os desajustes. Também anotaram estarem ausentes do sítio de restauro o Livro de Ocorrências e o Diário de Obras, dois documentos necessários ao exercício de fiscalização. Essas aferições foram registradas na ocasião da visita do Promotor ao imóvel, em 12 de abril de 2011.
Os apontamentos que caracterizam essa “desastrosa condução” é o que dão substância à representação impetrada pelo arquiteto responsável pelo projeto licitado. São demonstradas, no relatório circunstanciado fornecido ao MPE, constatações como rachaduras e fissuras que passaram a existir após o início da obra, sem nenhuma iniciativa de contê-las, bem como o comprometimento da estrutura do edifício de forma geral pela desestruturação gradativa do telhado, do madeiramento e dos forros, além de infestação de cupins na coberta e paredes, inclusive naquelas que receberam o reboco novo, inexistindo qualquer medida de combate ou barreiras à progressão dos focos.
Essas constatações levaram o MPE a considerar a obra a maior ameaça ao monumento, uma vez que é realizada desconsiderando totalmente as técnicas e procedimentos especiais exigidos pelos preceitos da arquitetura nacional em trabalhos de restauro de edifícios tombados pelo patrimônio histórico.
Outras situações intrigantes aparecem na história dessa obra. Quando constatou as inconformidades do trabalho de restauro, em meados de outubro do ano passado, Roberto Costa Farias procurou comunicá-las aos gestores da Secretaria de Estado da Cultura, mas, de acordo com ele, encontrou dificuldades para estabelecer o contato. A reportagem teve acesso aos expedientes impressos e emails trocados entre o arquiteto e a assessoria do órgão, que terminaram apontando toda a coleção de inobservâncias que agora são investigadas pelo MPE.
Também foi neste ínterim que o autor tomou conhecimento de que a assessora especial da SECULT, Adriana Guimarães Duarte, havia implementado alterações no projeto original, sob a justificativa de serem adequadas às necessidades do canteiro. Roberto Farias também comentou que tal intervenção vai de encontro ao seu direito autoral, como pai do Projeto Arquitetônico, e que as modificações deveriam ter sido submetidas ao seu exame, conforme determina o estatuto profissional vigente.
A assessora Adriana Duarte, que é arquiteta especialista em restauro, afirmou ter requerido do autor as complementações do projeto e jamais as recebeu. “Ele se negou a fornecer os detalhamentos, apesar de termos destacado a urgência da necessidade. Como a obra precisava continuar, nós fizemos um novo projeto e então começaram todos esses problemas com o MPE”, defendeu-se.
Ao considerar seu envolvimento com a restauração do Arcebispado, tendo em vista o modo como são conduzidas as tarefas pela Torres, Roberto Farias é categórico: “A situação requer a estruturação imediata de ações que contenham o dano perpetrado pela irresponsabilidade no andamento dos trabalhos que só tem trazido máculas ao monumento e, portanto, à nossa memória e identidade coletivas, parando o descaso e o desrespeito.”
Trajetória do prédio
O Arcebispado de Maceió é uma edificação da década de 1930 e serviu como residência para os Arcebispos enquanto em uso. Abandonado há cerca de duas décadas, foi tombado pelo Patrimônio Histórico do Estado com a pretensão de ser restaurado, por ser de interesse público sua conservação.
O Projeto Arquitetônico de restauro vislumbra a reutilização do imóvel como a Escola Arquidiocesana de Artes e Ofícios Dom Santino Coutinho que atenderá também jovens expostos ao risco social, oferecendo cursos profissionalizantes gratuitos na área de restauração de vários materiais como azulejos, esculturas, telas, etc. Essa requalificação visa a manter a sustentabilidade e a funcionalidade do imóvel de modo a prevenir uma nova deterioração ou abandono.
A responsabilidade pela obra pertence à Torres Construções e Empreendimentos Ltda., empresa vencedora do processo licitatório, cujos trabalhos tiveram início em abril de 2010 com prazo de um ano para conclusão.
De acordo com seu responsável, Luciano de Oliveira Torres, o Arcebispado deverá ser entregue à sociedade em agosto deste ano, porém necessita de mais R$ 400 mil para que consiga entregá-la da maneira que considera ideal e adequada.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Intercom/NE 2011 encerra atividades com bom número de participações

Yulia Amaral e Fabyane Almeida

O terceiro e último dia de Intercom/NE 2011, que teve participação de mais de mil pessoas durante esses três dias, contou com programação diversificada durante a manhã. A maior quantidade de participação dos alunos nesta manhã concentrou-se na mesa redonda, no laboratório Itaú Cultural e na oficina de Fotografia Publicitária. Já no horário da tarde, o público interessou-se pelas diversas atividades realizadas por toda a Fecom, como Expocom Jr, Divisão Temática, oficinas, programação recheada para os estudantes de Publicidade e Propaganda.

Manhã

Vera Paternostro, produção da Rede Globo.
(Foto: Victor Brasil)
Na mesa redonda Passaport SPORTV, os temas debatidos dessa manhã pelo apresentador Filipe Toledo e pela produtora da Rede Globo, Vera Iris Paternostro, foram: O caminho da informação, as novas tendências do telejornalismo e a busca pela inovação com a entrada dos recém formados nas empresas jornalísticas. De acordo com Vera Paternostro, “o Jornalismo está em constante mudança e os jovens talentos quebram esses padrões impostos e acabam inovando, com um olhar diferenciado para a matéria, o personagem e a situação”.


Aluna Larissa Fontes no Expocom
(Foto: Fabyane Almeida)

Ainda durante a manhã, a estudante de Jornalismo da Faculdade Integrada Tiradentes (Fits), de Maceió, Larissa Fontes, apresentou o trabalho “Resistência e afirmação cultural: Um olhar fotográfico e etnográfico sobre a comemoração à Iemanjá em Maceió-AL”. O trabalho foi desenvolvido através de uma análise das expressividades presentes na ritualização dos festejos, com o objetivo de buscar uma maior compreensão das religiões afro-brasileiras.




Werneck conduzindo oficina
(Foto: Fabyane Almeida)
A oficina do jornalista Humberto Werneck, que já trabalhou na revistas de circulação nacional Veja e Istoé, relatou como é fazer Jornalismo de boa qualidade a partir de experiências. Para Humberto, nada supre a ida do repórter à rua para entrevistar os personagens. “O jornalista escreve para o leitor, somos apenas mediadores entre a situação e quem vai receber a informação”, ressaltou.



Tarde
Mesa redonda sobre pensamento
comunicacional com professores.
(Foto: Victor Brasil)

No período da tarde, a mesa redonda com o tema “Alagoas na categoria do pensamento comunicacional” contou com a presença do professor Gustavo Acioli, Moacir Barbosa da UFRN e Sivaldo Pereira da UFAL, que debateram o uso correto das novas tecnologias na pesquisa empírica. Foram discutidos o designer, o conteúdo da informação que é veiculada na web, considerando uma forma rápida de informação e onda a sociedade busca novos conhecimentos.


Diretor de criação da Chama,
Hermann Fernandes
(Foto: Yulia Amaral)

Foram seis oficinas realizadas na tarde desta sexta-feira (17). Uma delas, foi ministrada pelo diretor de criação da Chama Publicidade, Hermann Fernandes, com o tema: “A importância do planejamento para o processo de criação”, onde disse que publicitários às vezes têm que mergulhar profundamente em áreas desconhecidas para ser um bom profissional.




Colóquio com José Marques Melo
e Douglas Apratto
(Foto: Victor Brasil)
Intercom Júnior, Colóquio sobre “Alagoas na cartografia do pensamento comunicacional brasileiro”, com participação do professor e escritor José Marques de Melo e o vice-reitor do Cesmac, Douglas Apratto e divisões temáticas, também movimentaram as atividades finais do congresso de Comunicação Social em Maceió.





A entrega de premiação para os estudantes que inscreveram trabalhos, juntamente com o encerramento do evento, aconteceram posteriormente, às 18h, no Teatro Deodoro.